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Alckmin vai cancelar contrato da Linha 4-Amarela e metrô em Taboão deve atrasar por mais alguns anos

Por Allan dos Reis, direto da redação

A prometida e esperada chegada do metrô até Taboão da Serra parecia ser algo concreto com a visita no dia 30 de junho de 2014 do então secretário de transportes metropolitanos Jurandir Fernandes, que no início da campanha eleitoral reuniu os políticos de Taboão e convidou a imprensa local para anunciar que as “obras” já estavam em andamento.

Expansão da linha 4-Amarela do Metrô deve demorar mais alguns anos até chegar a Taboão. Vila Sônia e São Paulo-Morumbi só em 2017 e 2018. (Foto: Arquivo)

Expansão da linha 4-Amarela do Metrô deve demorar mais alguns anos até chegar a Taboão. Vila Sônia e São Paulo-Morumbi só em 2017 e 2018. (Foto: Arquivo)

“Daqui até 2018 ou 2019 [data prometida da Estação Taboão], você [taboanense] já vai ter a estação Morumbi-São Paulo, que é para 2015. A estação Vila Sônia, que é para 2016, também vai chegar mais perto com linhas de ônibus e estacionamentos. Enquanto isso a nossa obra vai ‘comendo’ por dentro. Gradativamente as coisas vão acontecendo”, afirmou o secretário Jurandir, que um ano antes também já havia dito que o metrô chegaria a Taboão em 2016.

Ex-secretário Jurandir Fernandes deu promessas que o metrô chegaria a Taboão em 2018. Ao que parece, na data prometida o metrô ainda nem terá chegado a Vila Sônia.

Ex-secretário Jurandir Fernandes deu promessas que o metrô chegaria a Taboão em 2018 e animou os políticos locais. Seis meses depois, os prazos começam a ficar longe do prometido. (Foto: Arquivo).

Porém, no dia 19 de fevereiro, aniversário de emancipação de Taboão da Serra, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) enterrou todas as promessas do prolongamento do metrô até o município nas datas mencionadas. Tudo isso porque as obras da fase que vai até a Vila Sônia estão paradas desde o final do ano passado, conforme mostrou algumas reportagens da ‘grande mídia’ nos últimos dias.

Alckmin reconhece que “foi um sufoco” a entrega da estação Fradique Coutinho, em Pinheiros, em novembro, e que as outras a serem entregues estão paradas. “Ficamos em cima 24 horas, apertando, apertando para entregarem a Fradique, mas com as outras não teve jeito: você vai lá e não tem insumo, a obra não anda, tem pouquíssimos funcionários”, disse. “Os projetos do Metrô estão todos lá (com o consórcio), mas a empresa não tem condições de tocar a obra: assumiu por um preço, e, por questão de capital, não consegue entregar as obras”, disse em coletiva.

Se a rescisão se concretizar como previsto para os próximos dias, o Governo do Estado vai lançar nova licitação e as novas previsões não são nada animadoras. As estações que de fato vão beneficia a população taboanense vão ficar prontas em 2017 [São Paulo-Morumbi] e no fim de 2018 [Vila Sônia]. O contrato para expansão até Taboão da Serra sequer foi assinado. Vale ressaltar que a Linha 4-Amarela tinha previsão de conclusão para 2009.

Arte da futura estação Largo do Taboão, que mais uma vez não tem data para inauguração.

Arte da futura estação Largo do Taboão, que mais uma vez não tem data para inauguração. A última promessa é para 2019, mas vai atrasar.

2 Responses

  1. Celina Rabelo disse:

    KKKKKK, Welbi. òtima atitude do governador ?!?!?!? Mas pergunto porque esses anos todos os repasses foram feitos direitinho a empresa contratada? Desde 2001, minha filha !!! Para mim isso é acordo !!! E nóis que se ferra !!!

  2. Ótima atitude do governador Geraldo Alckmin em rescindir o contrato com o consórcio IRresponsável pelas obras da 4 do metrô. Tem mesmo que cobrar a multa rescisória e impedir que essas empresas participem de outras licitações de obras públicas.

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