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Atleta de Taboão conquista medalha de ouro inédita na bocha adaptada na Paralimpíadas Rio 2016

Da redação do Taboão em Foco*

A paratleta de Taboão da Serra Evani Soares da Silva ajudou o Brasil a conquistar um ouro inédito na classe BC3 da bocha adaptada nesta segunda-feira (13) ao derrotar por 5 a 2 a Coreia do Sul na Paralimpíadas Rio 2016. Também fazem parte da equipe os paratletas Antônio Leme e Evelyn de Oliveira.

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Paratletas de Taboão da Serra durante disputa da final da bocha na Paralimpíadas de 2016. (Foto: Fernando Frazão)

O jogo aconteceu na Arena Carioca 2 e teve grande participação da torcida brasileira, que cantou e vibrou muito, emocionando os paratletas. “Isso foi sensacional, adorei. Nunca numa partida de bocha tem essa barulheira toda. E incentivou mais ainda, deu mais gás para irmos atrás mais ainda e deu mais gás para correr atrás e a gente conseguiu”, celebrou Evani.

A equipe brasileira chegou a abrir três a zero na primeira etapa, mas a Coréia fez dois pontos posteriormente. Na quarta e última parcial, após os coreanos posicionarem uma bola difícil de tirar, muito próxima da bola branca, Evelyn de Oliveira conseguiu uma bela jogada e afastou a bola coreana, mas o árbitro invalidou o lançamento. Depois de mais de cinco minutos de conversa com os dois times, a punição foi confirmada, sob muitos protestos da torcida.

Mesmo assim, numa jogada posterior, o time brasileiro afastou a bola adversária da bola branca.

Equipe paralímpica brasileira celebra ouro na bocha C3 adaptada. (Foto: Rio2016 / Alex Ferro)

Equipe paralímpica brasileira celebra ouro na bocha C3 adaptada. (Foto: Rio2016 / Alex Ferro)

ESPORTE ADAPTADO

Na bocha, o objetivo é lançar as bolas coloridas o mais perto possível da bola branca. É permitido usar as mãos, os pés, instrumentos de auxílio e até ajudantes no caso dos atletas com maior comprometimento dos membros. Cada time lança seis bolas por rodada e precisa aproximar sua bola da bola branca e também afastar a do time adversário.

Os atletas são classificados como CP1(deficiência mais severa) ou CP2 e divididos em quatro classes. Na BC1, estão atletas CP1 ou CP2 com paralisia cerebral que podem competir com auxílio de ajudantes. Na BC2, atletas CP2 com paralisia cerebral que não podem receber assistência. Na BC3, aqueles com deficiências muito severas e que usam um instrumento auxiliar, podendo ser ajudados por outra pessoa. A BC4, por sua vez, conta com atletas com outras deficiências severas, mas que não recebem assistência.

* com informações da Agencia Brasil

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