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Câmara empossa suplente de vereador cassado em Embu das Artes

Alceu Lima, no Parque Industrial, em Embu das Artes

Segundo mais votado (primeiro suplente) da coligação PSB-PSOL em Embu em 2008, Jomar Silva dos Santos tomou posse na noite desta quarta-feira, dia 5, na Câmara Municipal. O novo vereador embuense assumiu a cadeira de Edgardo Cabral, que foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral por infidelidade partidária. Na sessão, o vereador Carlos Pires (PDT) foi eleito 2º-secretário, com a saída de Edgardo, que ocupava o cargo.

Jomar (PSB), que obteve 1.243 votos, tem reduto eleitoral no Jardim Santa Luzia (região central), onde reside, e é funcionário de carreira da prefeitura – trabalha no Centro de Controle de Zoonoses –, mas está de licença por ser de novo candidato a vereador, pelo mesmo partido. Ele exercerá o mandato atual por quatro meses, tempo que resta da presente legislatura. Casado, quatro filhos, Jomar é de Montes Claros (MG) e tem 45 anos.

Ao lado do presidente, Jomar (PSB) assina ata de posse ao assumir cadeira de cassado por infidelidade partidária (foto: Divulgação)

Da tribuna, Jomar afirmou que o PSB retorna à Câmara “para mais uma vez fazer história na cidade” e que a soma de votos com o PSOL é que possibilitou eleger “um dos nossos candidatos”. “Lembro que aqui estamos cumprindo uma determinação da Justiça Eleitoral. Não há nada de pessoal entre o cidadão Jomar e o vereador que deixou o mandato, é do conhecimento de todos que o mandato pertence ao partido”, discursou.

Ele disse ter claro que deve cumprir o término do mandato e defender “o que é bom para a cidade, o que é bom para as pessoas”. “Peço a Deus a sabedoria para que possamos desenvolver e aprovar projetos para o desenvolvimento de nossa cidade e bem estar das pessoas”, declarou o vereador, aplaudido por militantes do PSB, familiares e amigos. Cerca de 200 pessoas acompanharam o ato de posse, que durou uma hora.

Ele leu o compromisso de posse, de “exercer com dedicação e lealdade o mandato popular”, respeitar as Constituições do país, do Estado e município e promover o “bem estar dos cidadãos de Embu”. No primeiro projeto, já se absteve em votar em regime de urgência. “Não li”, disse. Alertado pelo presidente, Silvino Bomfim (PT), de que seria um “constrangimento” não aprovar nome de munícipe para logradouro público, votou a favor.

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