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DNIT ressalta necessidade de construção de retorno no km 276 da Régis Bittencourt

Por Williana Lascaleia, no Jardim Maria Rosa

A sessão na Câmara de Taboão da Serra desta terça-feira, dia 1 de outubro, teve a presença do superintende do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT), Ricardo Madalena, que visitou minutos antes o local onde deveria ser construído o retorno no km 276 da Rodovia Régis Bittencourt, que acabou transferido para o km 277,5. Ele constatou que o local necessita de um retorno e promete lutar pela construção.

“Eu não vou medir esforços para estar ajudando a cidade de Taboão. Sabemos da necessidade desta obra. Essa reivindicação não é de hoje. Caso a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) não resolva essa situação através de uma anuência junto à empresa que tem a concessão para realizar a alça, nós podemos realizá-la através do DNIT”, afirma Madalena.

Políticos de Taboão acompanham superintendente do DNIT para análise do pedido de retorno no km 276 da Rodovia Régis Bittencourt. (Foto: Reprodução / Facebook Érica Franquini)

Políticos de Taboão acompanham superintendente do DNIT para análise do pedido de retorno no km 276 da Rodovia Régis Bittencourt. (Foto: Reprodução / Facebook Érica Franquini)

Nesta quarta (2), o superintendente deve voltar ao local com alguns engenheiros. Nos próximos dias ele promete procurar o ministro dos transportes César Borges para tentar convencê-lo da necessidade de construção deste retorno.

Na semana passada, os mesmos políticos que acompanharam os técnicos do DNIT na rodovia estiveram em Brasília para fazer lobby junto a deputados e senadores. Agora eles retomam também um antigo desejo que é a municipalização da Régis Bittencourt para que possam ser feitas intervenções sem entrar em conflitos com outros órgãos.

“Sabemos que hoje a Regis Bittencourt é uma avenida. […] É uma extensão de uma avenida de Taboão. Nada mais justo que a prefeitura ter domínio sobre ela porque o município através da sua administração local é quem sabe dos problemas que afligem a população”, completou Madalena, que fez questão de frisar que o retorno solicitado pela prefeitura de Embu das Artes também é necessário.

A briga pelo retorno se intensificou depois que os políticos de Embu convenceram a ANTT a mudar a construção do retorno do km 276 para o km 277,6 como previa o Programa de Exploração da Rodovia (PER).

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