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Justiça nega pedido de dissídio feito por servidores grevistas de Taboão da Serra

Por Allan dos Reis, direto da redação

A Justiça de São Paulo deu ganho de causa à Prefeitura de Taboão da Serra e julgou no dia 7 de fevereiro improcedente o pedido de dissídio coletivo aos servidores da educação feito Siproem (Sindicato dos Professores das Escolas Públicas Municipais). Parte da categoria realizou greve por quase dois meses em 2017 em busca de melhorias salariais.

Servidores da educação de Taboão participam de paralisação e prometem iniciar greve em Taboão da Serra.

Tribunal de Justiça nega pedido de dissídio feito por servidores da educação de Taboão da Serra através de sindicato. (Foto: Arquivo)

Para o TJ, o sindicato não tem “legitimidade” para representar servidores que não sejam professores, sendo que quase totalidade dos grevistas eram ADIs, ADEs e Auxiliares de Classe.

O relator desembargador Francisco Casconi autorizou o desconto dos dias parados dos servidores, já realizado pela Prefeitura, mas reconheceu a regularidade do movimento, mesmo não obrigado o poder público a conceder melhorias salariais. CLIQUE E VEJA O ACÓRDÃO

A GREVE

Ao longo de dois meses, servidores da educação (especialmente ADE´s, ADI´s e Auxiliares de Classe) percorreram escola por escola tentando convencer mais profissionais a aderirem a paralisação, que começou com cerca de 120 pessoas, e aos poucos, alguns educadores decidiram voltar às salas de aulas, minando a força do grupo.

A categoria tentou – em vão – apoio político na Câmara Municipal, que chegou a pedir um estudo detalhado da Prefeitura, mas recebeu apenas uma negativa da possibilidade de aumento. Os servidores recusaram a única proposta do prefeito Fernando Fernandes (PSDB), que pediu o fim da greve (ainda no início) para receber o grupo e ouvir as reivindicações da categoria.

2 Responses

  1. petpanda disse:

    Os grevistas radicais como em todos os orgãos públicos são sempre os esquerdista, isto é, a galera do PT, PSTU, PC do B e por ai vai. Os radicais são sempre os mesmos.

  2. Mauricio Lourenço disse:

    Desembargador não, Pilatos, que lavou as mãos diante do massacre em forma de arrocho salarial contra todos os servidores públicos municipais de Taboão da Serra!!

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