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Prefeitos da região celebram “licenciamento ambiental” sem a Cetesb e iniciam tratativas por “Porto Seco”

Por Allan dos Reis, no Hotel Terras Altas

Aconteceu na quinta-feira (13), durante mais uma reunião do Consulti (Conselho Consultivo da Sub-Região Sudoeste da Região Metropolitana de São Paulo), o 1º Workshop Regional para discutir empreendedorismo e a possibilidade de construção de um porto seco.

Com a presença dos prefeitos de Vargem Grande Paulista, Josué Silveira Ramos, de São Lourenço da Serra, Aryzinho, de Itapecerica da Serra, Jorge Costa, de Embu-Guaçu, Maria Lucia, além de representantes de Taboão da Serra, Cotia e Juquitiba. Representantes de órgão estaduais como Desenvolve SP, Sebrae-SP, Senac e Acise, eles discutiram como desenvolver a região.

Reunião entre prefeitos, empresários e entidades voltadas ao empreendedorismo em Itapecerica da Serra.

“Uma oportunidade em nossa sub-região é a implantação de um porto seco, onde temos a Rodovia Federal Régis Bittencourt, que liga o norte do país ao sul e ao Mercosul, temos o entroncamento férreo nas divisas de Itapecerica da Serra e São Lourenço da Serra. […] E destacamos a localização geográfica privilegiada, galpões logísticos e infraestruturas existentes e os polos industriais, comerciais e de serviços já instalados”, explicou Ivo Farias, diretor de desenvolvimento regional da Acise.

Representando o Governo do Estado, Marcio Camargo, da Secretaria de Desenvolvimento Regional, falou sobre as ações da atual gestão em prol da região.

AGILIDADE AMBIENTAL

Uma resolução do Governo do Estado possibilita que os licenciamentos ambientais em áreas de até 20 mil m² para empreendimentos residenciais e 10 mil m² para empreendimentos comerciais nos município de Embu das Artes, Itapecerica da Serra e Embu-Guaçu sejam concedidos diretamente pelas prefeituras locais, sem a necessidade de autorização da Cetesb.

“A maior dificuldade dos empreendedores, e eles não colocam um real sem a certeza jurídica, era da morosidade nos licenciamentos ambientais. Esse é o ‘x’ da questão. Todo e qualquer empreendedor, ele quer ver a coisa rápida. E graças a Deus tivemos o destravamento ambiental e vamos encurtar o caminho muito longo que tínhamos, de três anos para 120 dias. É a maior trava que a gente tinha e está superado”, Roberto Terassi, vice-presidente do Consulti.

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One Response

  1. Beto disse:

    Nada contra o progresso mas,progresso nao deve ser sinônimo de degradação.
    Essas empresas vao a estes municipios, fazem um baita estrago e deixa par os moradores degradação total e os proprietários geralmente estao muito longe.
    Lamentável a populaçao comemorar.

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