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Professores em greve fazem passeata na Régis Bittencourt na tarde desta quarta (29)

Por Gilmar Júnior, da Redação

De acordo com representantes da APEOESP Taboão da Serra e (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), um grupo de cerca de 100 professores de Embu das Artes, Taboão da Serra e Itapecerica da Serra ocuparam BR Regis Bittencourt, no entroncamento do Rodoanel. Entre as reivindicações estão melhores condições de trabalho e reajuste salarial.

O grupo tem por objetivo chamar a atenção para a situação de greve dos professores que já ultrapassa os 40 dias. Essa não é a primeira manifestação realizada na região, no começo da semana, um grupo de 50 professores ligados a Apeosp regional ocupou, na segunda-feira (27), a Diretoria de Ensino em Itapecerica da Serra.

Manifestação na Rodovia Régis Bittencourt no fim da tarde desta quarta. (Foto: Reprodução)

Manifestação na Rodovia Régis Bittencourt no fim da tarde desta quarta. (Foto: Reprodução)

Conforme relatou o coordenador da Apeoesp Taboão, Miguel Oliveira, as cobranças são, além do reajuste salarial, de melhores investimentos para escolas e salas de aula que comportem no máximo 25 alunos. “Teve corte no orçamento das verbas de até dois terços, cerca de 800 milhões. Tem escolas que não têm nem papel higiênico”, diz.

Oliveira relata que Taboão da Serra está seguindo padrão de paralisação do restante do estado de São Paulo e um número entre 30% e 40% dos profissionais estão em estado de greve. Conforme verificado pela reportagem, a escola estadual Domingos Mignoni, que fica no Parque Santos Dumont, em Taboão, segue trabalhando com aulas parciais e “se virando como pode”, conforme relatou uma funcionária da secretaria.

A próxima assembleia será realizada na próxima quinta-feira, às14h no vão livre do MASP (Museu de Artes do Estado de São Paulo).

GOVERNADOR DIZ QUE NÃO HÁ GREVE DE PROFESSORES

Em afirmação durante evento na última segunda-feira (27), o governador Geraldo Alckmin disse em entrevista que veiculada na Folha de S.Paulo que “a greve dos professores não existe. A média de falta é de 3%, aumentou 1%, e é de temporários. Então, na realidade, a greve é da Apeosp, da CUT (Central Única dos Trabalhadores). A coisa é diferente”, afirmou.

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