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Projeto de lei aprovado na Câmara autoriza Prefeitura construir Casa Transitória para abrigar mulheres vítimas da violência

Por Allan dos Reis, no Jardim Helena

A Câmara Municipal aprovou na sessão de terça-feira (24) o projeto de lei de autoria das vereadoras Érica Franquini (PSDB) e Rita de Cássia (PSDB) que “autoriza o poder executivo a criar a Casa Transitória para acolhimento de mulheres vítimas de violência doméstica” no município.

Vereadora Érica Franquini é uma das autoras do projeto de lei que autoriza a criação de uma Casa Transitória para abrigar mulheres vítimas da violência. (Foto: Divulgação / CMTS)

Vereadora Érica Franquini é uma das autoras do projeto de lei que autoriza a criação de uma Casa Transitória para abrigar mulheres vítimas da violência. (Foto: Divulgação / CMTS)

A construção desta casa seria um passo importante na luta contra a violência doméstica e daria às vítimas a oportunidade de quebrar com o ciclo da violência. No ano passado, aliás, um requerimento da vereadora Érica já pedia ao Estado a implantação deste projeto em Taboão.

“Eu tenho certeza e vou lutar muito para que o projeto saia do papel. Algumas mulheres são vítimas da violência doméstica e acabam voltando à mesma casa do seu agressor porque não tem para onde ir, não tem para onde deixar seu filho, e algumas delas acabam morrendo por causa deste tipo de violência. Estou feliz por apresentar esse projeto com a Rita”, afirma a vereadora Érica.

Nos últimos meses, casos de violência doméstica tem se tornado público tanto no Estado de São Paulo como em Taboão da Serra e região. Por isso, o projeto é mais um reforço para tentar quebrar esse ciclo de violência.

Vereadora Rita da Cássia também é autora do projeto e reforça a importância da Casa Transitória. (Foto: Thiago Walter / Divulgação)

Vereadora Rita da Cássia também é autora do projeto e reforça a importância da Casa Transitória. (Foto: Thiago Walter / Divulgação)

A vereadora Rita reforçou que esse projeto vai salvar vidas. “A mulher que sofre violência muitas vezes continua vivendo com os filhos na mesma casa que o agressor por não ter para onde ir. Esse projeto vai salvar a vida dessas mulheres”, diz.

De acordo com uma pesquisa do Instituto Datafolha, encomendada pelo Fórum de Segurança Pública, no Brasil, a cada hora, 503 mulheres são agredidas, sendo cônjuges, namorados e companheiros responsáveis por boa parte desta agressão.

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