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Projeto de lei permite que prefeitura de Taboão celebre convênio para tratar dependente químico

Da Assessoria da CMTS

Eduardo Lopes defende em tribuna o seu projeto. (Foto: Divulgação / CMTS)

Eduardo Lopes defende em tribuna o seu projeto. (Foto: Divulgação / CMTS)

A Câmara Municipal de Taboão da Serra aprovou na última terça-feira, dia 10, por unanimidade, o projeto do vereador Eduardo Lopes, que prevê tratamento para dependentes químicos da cidade. A proposta que será sancionada pelo prefeito Fernando Fernandes autoriza o município a celebrar convênios com clínicas especializadas para tratamento de dependentes químicos com entidades privadas ou governamentais.

Segundo Eduardo Lopes, a questão das drogas é considerada de saúde pública. “As pessoas que entram nesta vida acabam encontrando dificuldade para se recuperar. O projeto auxilia essas pessoas que tem problemas com drogas a sair dessa vida. As drogas são uma praga que tem tomado conta de muitos lares, destruindo famílias”, afirma.

Pela proposta, o município fica autorizado a celebrar convênios com entidades e clínicas especializadas no tratamento dos dependentes químicos. “Nossa vontade é ajudar o tratamento dos adoecido. Tratar essas pessoas precisa de recursos financeiros, e é muito caro. O povo mais humilde, ainda é o que mais sofre com esse problema de drogas”.

Eduardo Lopes disse que a antes da lei ser aprovada, o tratamento de pessoas carentes ficava restrito aos casos onde as igrejas, que desenvolvem esse tipo de papel, atuam. “Hoje tem muita iniciativa das igrejas, inclusive da qual eu faço parte [Paz e Vida], que assumem o tratamento das pessoas, sem cobrar nada das famílias, mas as internações ainda ficam restritas”.

De acordo com a assessoria do vereador, em Taboão da Serra são poucas clínicas que atendem esse tipo de dependência, mas o município pode celebrar convênios com entidades de outras cidades da região. “Em Taboão existe uma ou duas particulares, mas temos outras opções em Embu das Artes, Itapecerica da Serra, onde a gente já encaminhou pessoas com essa patologia para tratamento”.

2 Responses

  1. Adão disse:

    Trazer este projeto já existente em outras cidade é mais uma conta para o contribuinte pagar,isso é uma falta de bom senso,essa questão não é de saúde pública e sim de educação,uma pessoa capaz e com discernimento não se envolve com drogas,pois ela sabe muito bem das suas consequências e por isso não acho justo,o cidadão ter que pagar por essa conta,pois este cidadão,sendo um pastor,deveria ele abrir esta ong e cuidar de suas ovelhas junto a sua igreja.

  2. Erika disse:

    Como podemos ter acesso a cópia desse Projeto? Obrigada!

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