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PT de Taboão faz encontro na Câmara com presença de Suplicy para discutir as eleições de 2018

Por Allan dos Reis, no Jardim Helena

O Partido dos Trabalhadores (PT) de Taboão da Serra realizou na manhã deste domingo (26) um encontro na Câmara Municipal para discutir e fortalecer o nome do ex-prefeito de São Bernardo do Campo e sindicalista Luiz Marinho como candidato a governador do Estado de São Paulo nas eleições de 2018.

PT de Taboão da Serra faz encontro na Câmara com presença de Suplicy.

PT de Taboão da Serra faz encontro na Câmara com presença de Suplicy.

A estrela do encontro foi o ex-senador e atual vereador de São Paulo, Eduardo Suplicy, que chegou próximo ao término do evento e usou a tribuna para questionar aos filiados se deve cumprir o seu mandato na capital paulista até 2020 ou disputar as eleições do ano de 2018 ao cargo de senador ou deputado federal. Ele também falou sobre o seu grande projeto: o “renda mínima”.

“O encontro foi um sucesso. […] O PT tem conseguido se reorganizar na cidade. Muitos falam das nossas lideranças que foram embora e sumiram. Nossas lideranças estão aí e estamos trabalhando. Essa era a proposta da nossa direção de 2015 para cá”, afirma Maurício Lourenço, presidente do PT.

Uma das principais ausências foi a do ex-vereador Wagner Eckstein. “O companheiro participa. Ele não tem publicamente se declarado ou tomado posições. A gente reconhece a sua liderança. Como o processo de eleição [2020] municipal foi muito antecipado, talvez esteja tendo essa cobrança. No nosso ponto de vista falta muito a esse processo. O Wagner é militante nosso. Por conta do processo eleitoral de 2016, ele teve o momento dele de pensar e repensar, mas não de sair do PT”, completa.

Outra liderança importante do PT, Oderlan Souza, diz qual deve ser o papel do partido a partir de agora. “Não temos nenhum vereador na Câmara e por isso tivemos a necessidade de fazer essa reorganização para chamar todo mundo para responsabilidade e voltar uma militância mais efetiva para junto de outras forças de oposição fazer o contraponto ainda esse ano e o ano que vem”, diz.

Vice-prefeita de Taboão da Serra por dois mandatos, Márcia Regina também participou do encontro e não poupou críticas ao Governo Temer em especial pelos cortes nos programas sociais.

Suplicy fez uma tabelinha com a vereadora Rosângela de Embu das Artes para falar sobre o Bolsa Família.

Suplicy fez uma tabelinha com a vereadora Rosângela de Embu das Artes para falar sobre o Bolsa Família.

PT CONTINUA VIVO

Vereadora mais bem votada de Embu das Artes nas eleições do ano passado, Rosângela Santos diz que o partido vai mostrar que está vivo nas eleições do ano vem. “Se engana quem pensa que o PT morreu. […] Temos que mostrar que estamos fortalecidos e ganhar 2018”, diz

Já o deputado estadual Geraldo Cruz acredita que todos os partidos estão enfraquecidos e isso faz o PT ter chances de vencer, enfim, o Governo do Estado. “Estamos vivendo um momento no Estado de São Paulo e talvez seja num cenário diferente. Está ruim para todo mundo”, acredita.

O deputado federal Valmir Prascideli diz que o “golpe” com o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) “foi dado por interesses financeiros”. Ele defende que Suplicy seja candidato ao senado.

PRESENTES

Entre as lideranças taboanense que participaram do encontro estão Rodrigo Martins, presidente municipal do Psol, o ex-vereador do PC do B Luiz Lune e o vereador Professor Moreira, que trocou o PT pelo PSD para disputar as eleições de 2016.

Martins ironizou a antecipação das eleições em Taboão e promete lutar contra o iminente aumento da tarifa dos ônibus circulares. “Façam o debate que vocês quiserem para 2020, mas só não esqueçam que vocês [vereadores] não combinaram com o povo. Antes de 2020 existem as necessidades do dia a dia. Precisamos lutar e o nosso bloco de esquerda fará diferença nesta cidade”, disse.

Moreira, petista por mais de uma década, não teve direito a fala. “Quanto ao vereador, que a gente respeita, por uma questão de coordenação e decisão coletiva, nós não tivemos a decisão para [deixar ele] falar. Chamamos o presidente do Psol porque era presidente de partido”, justificou Lourenço.

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