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Sem Sabesp e Enel, audiência pública cobra melhorias no fornecimento de água e energia em Taboão da Serra

Por Allan dos Reis, no Jardim Helena

A audiência pública realizada na Câmara Municipal nesta quarta-feira (8) para discutir a qualidade da água fornecida pela Sabesp e as constantes quedas de energia sob-responsabilidade da Enel, antiga Eletropaulo, foi marcada mais uma vez pela ausência de representantes das empresas, que enviaram comunicado.

O vereador Professor Moreira (PSD), presidente da Comissão de Obras Públicas, criticou a ausência das empresas, mas celebrou a audiência, que teve a participação do diretor do Procon de Taboão da Serra, Vilma da Silva, do deputado estadual Aprígio (PODE), dos vereadores André Egydio (PSDB) e Cido (DEM), além de moradores de bairros afetados com o fornecimento de água ‘suja’ nos últimos meses.

Presidente da Comissão de Obras da Câmara, vereador Professsor Moreira lamentou a ausência da Sabesp e Enel na discussão sobre os serviços prestados por elas.

Deputado estadual, Aprígio já havia feito críticas à empresa na tribuna da Alesp onde acusou a empresa de “fornecer água podre” na região. Ele afirma que não acredita nas justificativas dadas pelas Sabesp e promete “buscar informação a respeito da qualidade da água”.

Audiência pública na Câmara discutiu a qualidade da água fornecida em Taboão da Serra pela Sabesp.

O reclamou da falta de fiscalização do contrato por parte da Prefeitura e diz que a Sabesp cobra dos moradores serviços que ela não oferece, que é a coleta de esgoto. “Vou lutar para suspender o pagamento de esgoto porque não é devido, já que não fazem o trabalho (de coleta de esgoto, tratamento e destinação) para que foram contratados”, diz.

A diretora do Procon de Taboão da Serra, Vilma Silva diz que a Sabesp devia ter avisado aos consumidores sobre a mudança da qualidade da água.

A diretora do Procon, Vilma Silva, também fez críticas a empresa. “Infelizmente a Sabesp não mandou representantes, mas sabemos que foi para tratamento das algas”. Ela disse que não houve reclamação na unidade neste período, mas lamentou que a empresa não avisou os munícipes de Taboão da Serra.

Cido lembrou que a concessão por 30 anos à Sabesp aconteceu em 2012 e comentou a respeito das justificativas dadas pela empresa durante reunião na Alesp há poucos dias.

Egydio reforçou. “A Sabesp pode falar o que quiser. Mas não estamos comprando Coca-Cola. Compramos água. Por isso, proponho que a gente entre com uma ação popular contra a empresa”, diz.

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