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Taboão da Serra fechou mais de 2 mil postos de trabalho com carteira assinada em 2016

Por Allan dos Reis, direto da redação

O município de Taboão da Serra bateu um recorde histórico (e negativo) em 2016. Fechou 2.065 postos de trabalho com carteira assinada, os chamados empregos formais. É o pior resultado dos últimos 15 anos, mostram os dados do Caged (Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados).

Foto: Divulgação

Construção Civil foi o pior setor em 2016 e fechou mais de 1 mil postos de trabalho com carteira assinada. (Foto: Divulgação)

Os setores com piores desempenhos no ano passado foram Construção Civil, Indústria de Transformação e Serviços, que fecharam 1.056, 724 e 427 vagas, respectivamente. Apenas o setor de comércio fechou com saldo positivo 154 vagas, sendo que em 2015 havia fechado 115 postos de trabalho.

Os dados do Caged também registram as movimentações em mais quatro setores, mas que não tiveram impacto significativo para o alcance do saldo negativo.

Durante a campanha eleitoral, o prefeito Fernando Fernandes (PSDB), comentou com a reportagem do Taboão em Foco como faria para que o município voltasse a gerar novos postos de trabalho.

“A proposta é desenvolvimento econômico. É trazer projetos para cidade de coisas necessárias, mas que sejam catalisadores de desenvolvimento, como foi o Shopping Taboão. Ele catalisou o desenvolvimento imobiliário, a construção civil. O Poupatempo também é um serviço importante, mas transcende a importância dele quanto serviço”, comentou a época o mandatário, que citou a chegada para 2017 da loja de materiais de construção Leroy Merlin.

É importante destacar também que o Brasil vive uma série crise financeira e política nos últimos anos. De acordo com dados do IBGE, no país são cerca de 12,3 milhões de pessoas desempregadas.

REGIÃO

Dos oito municípios de formam o Conisud, apenas São Lourenço da Serra terminou o ano com saldo positivo na criação de empregos formais. Foram 928 vagas. O pior foi Cotia, que fechou 4.638 vagas. Itapecerica da Serra fechou 1.141 vagas, seguida por Vargem Grande Paulista e Embu-Guaçu, que fecharam 476 e 105 empregos formais, respectivamente.

Juquitiba fechou 87 vagas e Embu das Artes, que em 2015 teve mais de 3 mil demissões, conseguiu fechar 2016 com apenas 47 vagas a menos de empregos formais.

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