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Comando da GCM revê escala após denúncias de perseguição a guardas

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Uma reunião nesta quarta-feira, dia 9, entre vereadores, guardas civis e o secretário de segurança Salvador Grisaffi pôs fim a uma onda de denúncias de perseguição feitas pelos próprios GCM’s durante a sessão na câmara na terça, dia 8. Os funcionários reclamam que a escala de trabalho foi alterada após eles reivindicarem, também na câmara, a mudança no estatuto da guarda.

No encontro, organizada pela comissão de segurança, ficou acordado a volta da antiga escala que prevê plantões de 12 horas de trabalho por 36 horas de folga e uma comissão vai discutir alguns pontos do estatuto da guarda que podem ser revistos.

Eles também querem a redução da carga horária de 192 para 160 mensais. Pagamento de qüinqüênio (gratificação por tempo de serviço), sexta-parte (para quem completa 20 anos no funcionalismo) e a gratificação de nível universitário.

O secretário afirmou que vai fazer um estudo para que os plantões não fiquem esvaziados e disse que as reivindicações são justas.


Os vereadores Alexandre Depieri (PSD), Cido (DEM), Wagner Eckstein (PT), Fausta (PSB), Olívio Nóbrega (PR), Ronaldo Onishi (PSB) e Macário (PT) participaram da reunião com a GCM. (Foto:
Os vereadores Alexandre Depieri (PSD), Cido (DEM), Wagner Eckstein (PT), Fausta (PSB), Olívio Nóbrega (PR), Ronaldo Onishi (PSB) e Macário (PT) participaram da reunião com a GCM. (Foto: Eduardo Toledo / CMTS)

Na terça, durante a sessão, o tema revoltou os vereadores. “Quando se fala em retaliação a gente começa a pensar em ditadura”, disse Cido (DEM). Já o petista Wagner Eckstein que não é aceitável que “a chefia da guarda faça retaliação àqueles que vêm aqui [na câmara] fazer a sua manifestação”.

Por Allan dos Reis

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