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KTO e AGAFUC ampliam parceria em prol do futebol de cegos

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Direto da Redação

A parceria entre a KTO e a Associação Gaúcha de Futsal para Cegos (AGAFUC) consolida-se como uma das mais importantes iniciativas de apoio ao esporte paralímpico no país. Referência nacional no futebol de 5, modalidade destinada a atletas com deficiência visual, a AGAFUC mantém há anos uma colaboração contínua com a KTO, que contribui para a estruturação de treinamentos, competições e ações de inclusão social.

A união entre a KTO e a AGAFUC reafirma a responsabilidade social da marca, além de ampliar as possibilidades de ampliar a ligação com a modalidade mais popular entre seu público: mais de 80% das apostas em esportes na bet foram realizadas em partidas de futebol. Essa sinergia reforça o papel das empresas das casas de apostas como agentes comprometidos em promover oportunidades e inclusão.

Segundo o técnico Rafael Astrada, o trabalho coletivo é o principal fator do sucesso da equipe. “A AGAFUC se mantém há muitos anos entre as melhores do país porque trabalho, respeito e comprometimento diário”, comentou o treinador.

Em 2025, a AGAFUC conquistou o oitavo título consecutivo do Campeonato Brasileiro, reafirmando seu domínio nacional. Agora, o foco se volta para a decisão da Liga Nacional de Futebol de Cegos, marcada para o dia 7 de dezembro, em São Paulo. O confronto terá transmissão do SPORTV, ampliando a visibilidade da modalidade e reforçando a importância do futebol de cegos no cenário esportivo brasileiro.

Brasil sediará os Mundiais de Futebol de Cegos em 2027

O Brasil será o centro do futebol de cegos em 2027. A Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA) anunciou que São Paulo sediará os Campeonatos Mundiais feminino e masculino da modalidade, sob organização da Confederação Brasileira do Esporte para Deficientes Visuais (CBDV).

O presidente da CBDV, Helder Araújo, afirmou que sediar os torneios reforça a confiança internacional no trabalho realizado pelo país e marca um avanço histórico com a realização do primeiro Mundial feminino em solo brasileiro. Segundo Fábio Vasconcelos, da IBSA Football, o evento criará um legado duradouro, estimulando novas gerações de atletas e consolidando o Brasil como referência global no paradesporto.

Recursos das apostas fortalecem o esporte paralímpico

A regulamentação das apostas em esportes nas bets tem se mostrado um instrumento importante de fomento aos atletas nacionais. De acordo com a Lei nº 14.790/2023, 35% da arrecadação das apostas é destinada ao esporte, sendo 1,30% especificamente para o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Esses repasses, provenientes das chamadas “destinações sociais” das operadoras, ajudam a financiar programas de formação, competições e o desenvolvimento de atletas paralímpicos. Especialistas estimam que, quando plenamente implementado, o sistema pode injetar até R$ 300 milhões anuais no setor, fortalecendo a base do esporte e iniciativas inclusivas.

A expectativa é que os novos recursos permitam a criação e aperfeiçoamento de mais projetos voltados às modalidades paralímpicas. Um bom exemplo já em andamento é o Programa de Desenvolvimento Paralímpico, promovido pelo Governo do Estado de São Paulo. O curso, gratuito, oferece formação a profissionais de educação física em várias cidades paulistas, qualificando-os para atuar em modalidades adaptadas como futebol de cegos, goalball, vôlei sentado e natação.

Com o avanço da regulação e a consolidação de parcerias como a da KTO e AGAFUC, o Brasil amplia seu compromisso com a inclusão e o fortalecimento dos esportes paralímpicos. A destinação responsável dos recursos de esportes na bet contribui para a expansão de projetos que unem esporte, cidadania e acessibilidade. Pilares essenciais para um futuro mais justo e participativo no cenário esportivo nacional e internacional.

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